EDUCAÇÃO PONTUADA

TDA E A HIPERATIVIDADE NA SALA DE AULA

Posted in Uncategorized by silvia maria do nascimento on 26/02/2012

Uma mensagem aos professores:

A profissão de educador é uma missão –  uma promessa de coragem, força e esperança. Crianças com TDAH e  hiperatividade pode ser muito desafiadora. Esperamos colaborar com  esta nobre missão, ajudando nossos jovens clientes e suas famílias,  divulgando informações sobre TDAH, hiperatividade e co-morbidades e oferecendo orientações de qualidade.

Sobre as crianças e jovens com TDAH e hiperatividade, tenha sempre em mente:

1. Nem sempre querer é poder

“Ele  agiria diferente se quisesse – faria a lição, ficaria sentado, não  perturbaria tanto as pessoas”. Pode ser verdade – ou não. Uma criança  ou jovem com TDAH ou hiperatividade pode ser muito “comportado” às  vezes. Esta última parte – “às vezes” é o maior complicador. Como  explicar que alguém é capaz de algo, mas somente algumas vezes? A  questão pode não ser apenas mau-criação, falta de interesse ou preguiça – pode ser um problema orgânico, chamado TDAH – Déficit de Atenção e Hiperatividade. Continue pesquisando sobre TDAH neste site.

2. Pode haver Déficit de Atenção sem hiperatividade – e também em meninas

Normalmente,  o que mais incomoda é a hiperatividade, especialmente nas crianças mais  novas. Porém, apenas um pouco mais da metade dos casos de TDAH são do  tipo hiperativo ou combinado – o restante sofre especialmente com  desatenção. Meninos apresentam TDAH – com ou sem hiperatividade – mais  freqüentemente que meninas. Mas isto não quer dizer que uma menina não  possa ter TDAH, até mesmo do tipo hiperativo-impulsivo.

3. Não tente culpar os pais pelos problemas da criança – nem os pais deveriam culpar a escola

O  TDAH não é sinônimo de limites ou problemas com a educação das crianças  em casa. Os pais também sofrem muito com crianças e jovens com TDAH,  especialmente quando há hiperatividade. Trate-os como parceiros, nas batalhas do dia-a-dia.  Pais e professores têm muito a dar, uns aos outros. Uma boa relação de  parceria é o melhor para a criança e ajuda a minimizar a carga, para  ambos os lados.

4. Antes de falar com os pais sobre TDAH, peça a opinião de outro colega ou do psicólogo da escola

Faça  uma lista dos comportamentos que você acha mais relevantes, não

apenas  hiperatividade ou distração. Leve em conta o que é comum e esperado nas  crianças da mesma faixa etária. Não tente fazer um diagnóstico – apenas  relate o que você observou.

5. Convide os pais a observarem a criança na escola

Pode  ser necessário dar aos pais a oportunidade de verificar as diferenças  entre a forma de agir de seu filho e as outras crianças. Pode ajudar a  sensibilizá-los para o problema – especialmente se a criança  for filho único, neste caso os pais não tem base para comparação. O  ideal é que os pais possam ver a criança durante uma aula e em  interação com os colegas. Caso os pais não possam estar presentes de  uma forma discreta, a criança poderá ficar mais agitada por algum  tempo, até que se acostume com a presença deles.

6. Crianças com TDAH podem se comportar muito bem em situações novas / diferentes

Quando  recebe atenção individualizada ou se encontra em situações novas, como  visita a médicos ou tratamentos psicológicos, a criança com TDAH e/ou  hiperatividade pode não apresentar os sintomas dos quais a escola,  professores e/ou pais se queixam.

/www.dda-deficitdeatencao.com.br/artigos/restrito/6dicasprofessores.html

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